A Amazônia, no contexto internacional, exerce o papel de fornecedora de matérias-primas, destinadas a venda ao mercado externo.
De acordo com os dados observados os principais produtos importados pela região amazônica (produtos eletrônicos, caldeiras, produtos musicais e produtos químicos) ultrapassam os valores dos produtos exportados (madeira, caulim, hematita, ferro, castanha, do Pará etc). Apesar de estes serem em maior quantidade, o que demonstra a pouca valorização dos produtos exportados pela Amazônia.
Vejamos agora, para onde foram esses produtos. A Amazônia exporta principalmente para os Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. Quanto à importação, destaca-se o Japão, os Estados Unidos e a Venezuela. A Amazônia, a cada ano que passa tem que aumentar a exploração de produtos naturais, pois o país precisava arrecadar recursos financeiros que se destinavam, por exemplo, ao pagamento de sua dívida externa.
Devemos lembrar que, desde a era colonial a Amazônia já tinha ligação comercial direta com o exterior. Exportavam as drogas do sertão para atender a produção farmacêutica e servir de condimento a alimentação européia e, em troca recebia produtos manufaturados. Esse processo se intensificou ainda mais com a exploração da borracha. Não é de hoje que a Amazônia se especializou em exportar, determinados produtos minerais para o mercado internacional do trabalho já estabelecido desde a era da colonização portuguesa.
A partir de 1960, a Amazônia se integrou efetivamente ao mercado nacional e melhor definiu seu papel no contexto brasileiro através de maior volume de exportação também de produtos minerais (borracha, madeira, peles etc), para o centro sul do país.
Outro papel que a Amazônia tem assumido com o restante do país é o de receber grande quantidade de imigrantes de outras regiões que estão densamente povoadas e com sérios problemas sócias, desse modo, aumentando os já existentes na região.
Também não podemos deixar de citar o papel da Amazônia tem para os investidores do centro sul, que compram terras tentando ampliar seu capital. Mas, por outro lado, aquisição de terras representada também uma garantia de empréstimo bancário, ainda serve como fonte de extração de produtos minerais.
Esses relacionamentos da Amazônia com outras regiões do Brasil e do mundo tem demonstrado a exploração contínua de seus recursos naturais isso assegura o enriquecimento de alguns grupos econômicos nacionais e internacionais e não permite que a população local seja beneficiada, causando assim, insastifação que gera conflitos sociais.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Divisão Territorial do Trabalho
A colonização europeia no século XV, é mais recentemente o imperialismo do século XX impulseram as diferentes nações do mundo a econômia capitalista. Definiu-se assim o que cada território deveria produzir, orientando-se a política econômica desses países. A partir de então, cada nação passou a ter papel especifico na produção internnacional.
Esse processo é chamado de: Divisão Territorial do Trabalho, que passou a ocorrer nível mundial e nesse caso, é também chamado de Divisão Internacional do Trabalho (DIT).
A produção econômica dos países passou a ser diferente, intensificando ainda mais a circulação de mercadorias, ou seja, o comercio. Isto ocorre, por que nenhum país do mundo consegue sozinho suprir suas nessecidades internas precisando, portanto, comprar no exterior o que não produz.
A divisão Internacional do Trabalho, proporciona o enriquecimento dos país centrais e empobrecimento dos países periféricos. A razão é que o tipo de relacionamento estabelecido entre os países aumenta a dependência e a desigualdade entre os países em exploradores e explorados, ou seja, os países centrais, também chamados de primeiro mundo que lideram o econômia mundial, como os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha e os países perifericos, também chamados de terceiro mundo. É o caso do Brasil, o México, das Filipinas e da Étiopia que voltam suas produções para atender principalmente os países centrais, sendo po eles explorados.
Esse processo é chamado de: Divisão Territorial do Trabalho, que passou a ocorrer nível mundial e nesse caso, é também chamado de Divisão Internacional do Trabalho (DIT).
A produção econômica dos países passou a ser diferente, intensificando ainda mais a circulação de mercadorias, ou seja, o comercio. Isto ocorre, por que nenhum país do mundo consegue sozinho suprir suas nessecidades internas precisando, portanto, comprar no exterior o que não produz.
A divisão Internacional do Trabalho, proporciona o enriquecimento dos país centrais e empobrecimento dos países periféricos. A razão é que o tipo de relacionamento estabelecido entre os países aumenta a dependência e a desigualdade entre os países em exploradores e explorados, ou seja, os países centrais, também chamados de primeiro mundo que lideram o econômia mundial, como os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha e os países perifericos, também chamados de terceiro mundo. É o caso do Brasil, o México, das Filipinas e da Étiopia que voltam suas produções para atender principalmente os países centrais, sendo po eles explorados.
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